Em 15 de outubro de 1993, o Conselho Regional de Medicina Veterinária – MG, lançou através da resolução N° 205, o Manual de Orientação para as Atividades de Responsabilidade Técnica, que fio atualizado pela resolução N° 310 / 2002, a fim de torná-lo um instrumento balizador exercício profissional do Médico Veterinário e do Zootecnista.
Quem é o Responsável Técnico?
O responsável técnico (RT) é o profissional que deverá ter autoridade e competência para capacitação de pessoal, elaborar o manual de boas praticas de fabricação e manipulação, responsabilizar-se por toda provação ou rejeição de matérias primas, insumos, produtos semi-acabados, procedimentos, metodologias, equipamentos; supervisão dos princípios e/ou metodologias que constam no manual.
Sendo assim, o Responsável Técnico, é o profissional cuja missão é referendar ao consumidor a qualidade do produto final ou do serviço prestado, de modo que responde civil e penalmente por eventuais danos que possam ocorrer ao consumidor decorrentes de sua conduta profissional, uma vez caracterizada a sua culpa, seja por negligência, imprudência, imperícia ou omissão.
Deve o profissional, portanto, assegurar-se de que o estabelecimento com o qual assumirá ou assumiu a responsabilidade técnica, encontra-se efetiva e legalmente habilitado ao desempenho de suas atividades e que só podem funcionar sob a responsabilidade de um técnico legalmente habilitado e regularmente escrito no órgão fiscalizador de sua profissão, neste caso o Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG).
Em última análise o responsável técnico é uma espécie de tutor, um fiscal do consumidor, e a sua principal função é orientar preventivamente e treinar, com competência técnica, funcionários e empreendedores.
Segue abaixo, uma relação de estabelecimentos que necessitam de Responsável Técnico para desempenharem as suas funções:
1 – INDÚSTRIA DE CARNE – Estabelecimentos (matadouros e frigoríficos; fábricas de conserva e/ou embutidos; entrepostos de carne e derivados;indústria de subprodutos derivados) que abatam, industrializam, manipulam, armazenam, beneficiam e embalam produtos ou derivados da carne (bovina, suína, avícola e aquícola).
2 – INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS – Estabelecimentos que industrializam, manipulam, beneficiam, embalam e armazenam produtos ou derivados do leite.
3 – INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DE PRODUTOS DE USO VETERINÁRIO – estabelecimentos que industrializam produtos de uso veterinário
4 – ESTABELECIMENTOS QUE PRODUZEM ALIMENTOS PARA ANIMAIS – Estabelecimentos que manipulam ingredientes para a produção de alimentos e suplementos alimentares para animais.
5 - CASAS AGROPECUÁRIAS, PET SHOPS E OUTROS Estabelecimentos que comercializam e/ ou distribuem produtos de uso veterinário, ra-ções, sais minerais e animais.
6 – SUPERMERCADOS E SIMILARES – Estabelecimentos que comercializam, manipulam, embalam ou armazenam produtos de origem animal, e seus derivados e/ou comercializam produtos de uso veterinário.
7 – EXPOSIÇÕES, FEIRAS, LEILÕES E OUTROS EVENTOS PECUÁ-RIOS.
8 – PRODUÇÃO ANIMAL - Estabelecimento que cria animais (bovinos, eqüídeos, ovinos, caprinos e bubalinos).
9 – ZOOLÓGICOS, PARQUES NACIONAIS, CRIATÓRIOS DE ANIMAIS SILEVSTRES.
10 – EMPRESAS CONTROLADORAS DE PRAGAS URBANAS
11 – AQUICULTURA – estabelecimentos que produzem animais aquáticos (peixes ornamentais, peixes para consumo, rã e camarão) e pelos estabelecimentos de pesque e pague.
12 - APICULTURA – Empreendimentos que produzem, manipulam, beneficiam e distribuem produtos derivados de apicultura.
13 – AVICULTURA - Empreendimentos avícolas que ovos e frangos de corte, incubatórios avícolas, e estabelecimentos avícolas destinados à recepção, higienização e embalagem de ovos.
14 – SUINOCULTURA – Empreendimentos suinícolas que produzem matrizes, reprodutores, leitões e cevados para o abate.
15 – ESTRUTICULTURA – Criadouros de avestruz de ciclo completo ou parcial e incubatórios.
16 – SERICULTURA – Estabelecimentos que se dedicam à produção e ao comercio de ovos, larvas e casulos do bicho da seda.
17 – ESTABELECIMENTOS DE MULTIPLICAÇÃO ANIMAL - estabelecimentos produtor de sêmem, embriões, produtos de botijões criobiológicos para sêmem e embriões.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Quem garante a vacina aplicada?
Hoje eu gostaria de fazer uma pergunta para os leitores deste Blog, que levam seus animais para vacinação em campanhas e lojas agropecuárias: Quem assina o cartão de vacina após a aplicação? Quem confia no que faz coloca seu nome em seus produtos e serviços.
Ao realizar um exame clínico completo, o médico veterinário saberá se o seu animal está preparado para receber as vacinas, pois animais doentes, com vermes, desnutridos, ou com algum outro problema de saúde, não são capazes de gerar uma resposta imunológica adequada e eficiente. Dessa forma, nem a melhor vacina do mundo será capaz de proteger o seu bichinho.
Após o exame clínico, será estabelecido e planejado o melhor programa de vacinação, sempre utilizando as melhores vacinas disponíveis no mercado. As vacinas comerciais, disponíveis em agropecuárias e lojinhas de cães e gatos, não são atualizadas quanto à cepa nem quanto ao padrão tecnológico empregado em sua fabricação. As vacinas éticas, disponíveis apenas nas clínicas veterinárias, são atuais, eficazes, além de ser adquiridas diretamente do laboratório pelo o médico veterinário, serem mantidas e conservadas da forma correta.
A aplicação deve ser realizada com técnica adequada de via de aplicação, pois, diferentes vias de aplicação geram diferentes respostas e somente um Médico Veterinário saberá qual a melhor via de aplicação para cada caso.
Ao assinar e carimbar o cartão de vacina, o Médico Veterinário pode emitir atestado de vacinação com valor legal, garantindo a vacina de seus animais, permitindo a documentação para viagens internas ou ao exterior, e garantir a documentação legal no caso de acidentes, mordeduras, ou outras necessidades legais.
LEMBRE-SE QUE NÃO RECOMENDAMOS:
Vacinas de campanha pela falta de condições higiênicas, locais inadequados para a segurança dos animais, pessoal não gabaritado, aglomeração desprovida de recursos e estrutura completa.
Vacinar em agropecuárias pelos procedimentos incorretos, vacinação não garantida, inexistência de responsabilidades!
Animal não vacinado na rua por um problema de saúde pública além da possibilidade de acidentes diversos como atropelamentos, ataques a outros ani-mais e por outros animais, e tantos outros que são evitados mantendo-se seus animais domiciliados.
Animais com vacinação completa são animais mais resistentes as doenças!!!
Ao realizar um exame clínico completo, o médico veterinário saberá se o seu animal está preparado para receber as vacinas, pois animais doentes, com vermes, desnutridos, ou com algum outro problema de saúde, não são capazes de gerar uma resposta imunológica adequada e eficiente. Dessa forma, nem a melhor vacina do mundo será capaz de proteger o seu bichinho.
Após o exame clínico, será estabelecido e planejado o melhor programa de vacinação, sempre utilizando as melhores vacinas disponíveis no mercado. As vacinas comerciais, disponíveis em agropecuárias e lojinhas de cães e gatos, não são atualizadas quanto à cepa nem quanto ao padrão tecnológico empregado em sua fabricação. As vacinas éticas, disponíveis apenas nas clínicas veterinárias, são atuais, eficazes, além de ser adquiridas diretamente do laboratório pelo o médico veterinário, serem mantidas e conservadas da forma correta.
A aplicação deve ser realizada com técnica adequada de via de aplicação, pois, diferentes vias de aplicação geram diferentes respostas e somente um Médico Veterinário saberá qual a melhor via de aplicação para cada caso.
Ao assinar e carimbar o cartão de vacina, o Médico Veterinário pode emitir atestado de vacinação com valor legal, garantindo a vacina de seus animais, permitindo a documentação para viagens internas ou ao exterior, e garantir a documentação legal no caso de acidentes, mordeduras, ou outras necessidades legais.
LEMBRE-SE QUE NÃO RECOMENDAMOS:
Vacinas de campanha pela falta de condições higiênicas, locais inadequados para a segurança dos animais, pessoal não gabaritado, aglomeração desprovida de recursos e estrutura completa.
Vacinar em agropecuárias pelos procedimentos incorretos, vacinação não garantida, inexistência de responsabilidades!
Animal não vacinado na rua por um problema de saúde pública além da possibilidade de acidentes diversos como atropelamentos, ataques a outros ani-mais e por outros animais, e tantos outros que são evitados mantendo-se seus animais domiciliados.
Animais com vacinação completa são animais mais resistentes as doenças!!!
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
9 DE SETEMBRO - DIA DO MÉDICO VETERINÁRIO
Àqueles animais que, através de seu olhar, nos falaram de sua vontade de viver;vítimas solicitadas pela ciência para o benefício da humanidade, nosso respeito e toda gratidão"
Pensando bem...
... ser veterinário não é só cuidar de animais.
É, sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser veterinário não é só ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los
e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser veterinário é não importar se os animais pensam, mas sim que sofrem.
É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.
Ser veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.
É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder um tempo enorme apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através de animais, a si mesmo.
Ser veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pêlo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral, de esterco.
Ser veterinário é ter coragem de entrar num mundo diferente e ser igual.
É ter capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas verdadeiras.
É aliviar olhares, é lembrar de seu tempo de criança e querer levar para casa todos os cães vadios e sem dono.
Ser veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos de amor e vida.
"Todos nós podemos nos formar em veterinária, mas nem todos serão veterinários."
E você...
...o que é?
(Desconheço o Autor)
Se alguem souber me avise
Pensando bem...
... ser veterinário não é só cuidar de animais.
É, sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser veterinário não é só ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los
e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser veterinário é não importar se os animais pensam, mas sim que sofrem.
É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.
Ser veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.
É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder um tempo enorme apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através de animais, a si mesmo.
Ser veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pêlo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral, de esterco.
Ser veterinário é ter coragem de entrar num mundo diferente e ser igual.
É ter capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas verdadeiras.
É aliviar olhares, é lembrar de seu tempo de criança e querer levar para casa todos os cães vadios e sem dono.
Ser veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos de amor e vida.
"Todos nós podemos nos formar em veterinária, mas nem todos serão veterinários."
E você...
...o que é?
(Desconheço o Autor)
Se alguem souber me avise
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Shar-Peï

Raça muito antiga, existindo antes da nossa era nas províncias marginais do sul do Mar da China, teria a sua origem na cidade de “Dah Let”, na província de Kwun Tung. Guardião de templos, cão de combate, caçador de javalis, ele era também utilizado para vigiar rebanhos, em 1947 foram proibidos na china, mas em 1970 alguns indivíduos foram exportados de Hong Kong para os Estados Unidos e por volta de 1980 para a Europa. O Shar-Pei, o mais atípico das raças caninas, constitui um atrativo considerável como cão de companhia, existindo também o Mini-Pei, que não é reconhecido pela federação Internacional de Cinofilia.
Possui o crânio chato, uma profusão de pregas finas cobrindo a testa e as bochechas, e prolongando-se para baixo para formar barbelas pesadas, possui o focinho largo, a língua preto-azulada e gengivas pretas, os olhos tem inserção profunda, pequenos, amendoados e de cor escura. As orelhas são pequenas, bastante espessas, de inserção muito alta, caídas rente a testa.
Possui o corpo poderoso e musculoso, pescoço forte, espesso com barbelas, dorso curto, peito largo e profundo. A linha superior levanta-se em direção à garupa, seus membros têm ossatura sólida e patas compactas, a cauda moderadamente longa portada erguida, reta ou enrolada bem apertada sobre o dorso. Seu pelo é raso e eriçado, ao tato sua rigidez não é habitual (Shar-Peï significa cão areia), sempre unicolor em tons preto, fogo, marrom, bege e creme.
Mede entre 40 e 51 cm e chega a pesar 20 kg. O Mini-Peï
Tem um temperamento dominador, ele geralmente é agressivo com seus congêneres, porém equilibrado, calmo e afetuoso com seu dono. Adora crianças. Sua educação deve ser firme, mas suave. Vive bem em apartamentos desde que se exercite todos os dias, uma escovação semanal é suficiente, deve-se ressaltar que é um cão extremamente limpo, mas as suas dobras requerem uma atenção especial, devendo-se examiná-las diariamente. Muito utilizado como guarda e companhia.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
BICHON FRISE

Embora seja considerada uma raça de origem francesa, ele teve a sua origem nas ilhas canárias, de onde foi levado à Europa por viajantes italianos durante o século XIV, quando havia então quatro variedades – O Maltais, o Bolonais, o Havanais e o Tenerife -, mas a revolução francesa não veria apenas o declínio da aristocracia, mas também a obscuridade do pequeno cão que havia sido favorecido por ela. O Bichon Frise trocou então a vida deouro dos palácios e castelos pelo brilho das lantejoulas do mundo circense, e , assim como o Poodle ele foi facilmente treinado e empregado apenas como mais um cão de circo.
Possui a cabeça em harmonia com o corpo, o crânio um tanto chato mais longo que o focinho, bochechas chatas e lábios finos. Os olhos relativamente grandes e arredondados, de cor escura, o branco do olho não deve ser visível quando o cão olhar pra frente. Orelhas delicadas, estreitas, pendentes, farta em pelos finamente crespos e longos.
Seu corpo é ligeiramente alongado, pescoço bastante longo mantido alto e orgulhosamente, peito profundo e bem desenvolvido, lombo largo, musculoso e levemente arqueado, garupa ligeiramente arredondada. Os membros são musculosos com coxas largas e bem arredondadas ossatura forte e as unhas de preferência preta. A cauda tem inserção baixa geralmente portada de maneira graciosamente recurvada sem se apresentar enrolada no dorso.
Pelos de 7 a 10 cm de comprimento, fino, sedoso, em forma de saca-rolhas. Muito solto, assemelhando-se à pelugem de cabra da Mongólia, nem chata nem em forma de cordão, é branca pura, mas pode haver um pigmento escuro por baixo da pelagem.
Robusto, vivo e exuberante, muito alegre, este cão é dotado de um forte temperamento. Dotado de uma grande faculdade de adaptação, sensível e meigo é um grande companheiro, deverá ser educado com firmeza.
Vive bem em apartamentos, mas não suporta a solidão e ele precisa de longos passeios diários, deve ser escovado diariamente, necessita de banho mensal e toalete a cada 3 meses, praticamente não perde pelos, é muito limpo, mas necessita de vigia nos olhos e orelhas.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
FILHOTES DE CHOW CHOW
Se você está procurando por filhotes de chow chow, o meu amigo Walmar, aquele da du-lar, está com filhotes a venda, basta procurá-lo na loja.
Cocker Spaniel Inglês

Ele provém do Spaniel da idade média na Grã-Bretanha desde o século XIV, em meados de 1600, muitos tipos de spainels eram utilizados como cães de aponte na Europa ocidental. Por volta do século XVIII, ele esta especializado para a caça à galinhola, raça muito popular (a mais difundida dos spainels), é considerada hoje um modelo de cão de companhia.
Cão muito ativo, brincalhão, inteligente, vivo, considerado grande caçador de caça de pelos e penas em terrenos difíceis, pode ser bastante voluntarioso. Dotado de grande faro, sua busca é agitada e após apontar a caça a perseguia.
Sua cabeça e seu focinho têm o mesmo tamanho com um stop definido entre eles, ossos malares pouco proeminentes e narinas bem desenvolvidas, possui olhos grandes, marrom-escuro ou avelã em harmonia com a pelagem, orelhas longas, de inserção baixa niveladas na altura dos olhos e coberta por pelos lisos e sedosos.
Corpo cheio, inscrito em um quadrado. Pescoço de comprimento moderado, musculoso sem papada, o peito é bem desenvolvido, costelas bem arqueadas, lombo curto e largo. Possui membros curtos, de boa ossatura, patas redondas e firmes ( patas de gato) almofadas plantares espessas, as unhas geralmente combinam com a pelagem. A causa é fixada baixa, mantida horizontalmente e nunca levantada, amputada, o remexer contínuo da extremidade da cauda é uma das características do cão em ação.
De pelo chato e sedoso, nunca do tipo arame nem ondulado, franjas nos membros e sobre o corpo, possui cores variadas, mas nos unicolores o branco só é admitido no peito. Uma escovação regular se faz necessária, assim como a tosa higiênica entre os dedos e nas orelhas. É recomendável que se faça a tosa duas a três vezes ao ano.
Os machos medem entre 39 e 41cm e as fêmeas entre 38 e 39cm, ambos têm peso entre 12 e 14,5kg.
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