Àqueles animais que, através de seu olhar, nos falaram de sua vontade de viver;vítimas solicitadas pela ciência para o benefício da humanidade, nosso respeito e toda gratidão"
Pensando bem...
... ser veterinário não é só cuidar de animais.
É, sobretudo amá-los, não ficando somente nos padrões éticos de uma ciência médica.
Ser veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
Ser veterinário não é só ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los
e amenizá-los.
É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas.
Ser veterinário é não importar se os animais pensam, mas sim que sofrem.
É dedicar parte do seu ser à arte de salvar vidas.
Ser veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos.
É ganhar amigos de pêlos e penas, que jamais irão decepcioná-lo.
Ser veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
É perder um tempo enorme apreciando rebanhos e vôos de gaivotas.
É permanecer descobrindo, através de animais, a si mesmo.
Ser veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto.
É sentir cheiro de pêlo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral, de esterco.
Ser veterinário é ter coragem de entrar num mundo diferente e ser igual.
É ter capacidade de compreender gratidões mudas, mas sem dúvida alguma, as únicas verdadeiras.
É aliviar olhares, é lembrar de seu tempo de criança e querer levar para casa todos os cães vadios e sem dono.
Ser veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos de amor e vida.
"Todos nós podemos nos formar em veterinária, mas nem todos serão veterinários."
E você...
...o que é?
(Desconheço o Autor)
Se alguem souber me avise
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Shar-Peï

Raça muito antiga, existindo antes da nossa era nas províncias marginais do sul do Mar da China, teria a sua origem na cidade de “Dah Let”, na província de Kwun Tung. Guardião de templos, cão de combate, caçador de javalis, ele era também utilizado para vigiar rebanhos, em 1947 foram proibidos na china, mas em 1970 alguns indivíduos foram exportados de Hong Kong para os Estados Unidos e por volta de 1980 para a Europa. O Shar-Pei, o mais atípico das raças caninas, constitui um atrativo considerável como cão de companhia, existindo também o Mini-Pei, que não é reconhecido pela federação Internacional de Cinofilia.
Possui o crânio chato, uma profusão de pregas finas cobrindo a testa e as bochechas, e prolongando-se para baixo para formar barbelas pesadas, possui o focinho largo, a língua preto-azulada e gengivas pretas, os olhos tem inserção profunda, pequenos, amendoados e de cor escura. As orelhas são pequenas, bastante espessas, de inserção muito alta, caídas rente a testa.
Possui o corpo poderoso e musculoso, pescoço forte, espesso com barbelas, dorso curto, peito largo e profundo. A linha superior levanta-se em direção à garupa, seus membros têm ossatura sólida e patas compactas, a cauda moderadamente longa portada erguida, reta ou enrolada bem apertada sobre o dorso. Seu pelo é raso e eriçado, ao tato sua rigidez não é habitual (Shar-Peï significa cão areia), sempre unicolor em tons preto, fogo, marrom, bege e creme.
Mede entre 40 e 51 cm e chega a pesar 20 kg. O Mini-Peï
Tem um temperamento dominador, ele geralmente é agressivo com seus congêneres, porém equilibrado, calmo e afetuoso com seu dono. Adora crianças. Sua educação deve ser firme, mas suave. Vive bem em apartamentos desde que se exercite todos os dias, uma escovação semanal é suficiente, deve-se ressaltar que é um cão extremamente limpo, mas as suas dobras requerem uma atenção especial, devendo-se examiná-las diariamente. Muito utilizado como guarda e companhia.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
BICHON FRISE

Embora seja considerada uma raça de origem francesa, ele teve a sua origem nas ilhas canárias, de onde foi levado à Europa por viajantes italianos durante o século XIV, quando havia então quatro variedades – O Maltais, o Bolonais, o Havanais e o Tenerife -, mas a revolução francesa não veria apenas o declínio da aristocracia, mas também a obscuridade do pequeno cão que havia sido favorecido por ela. O Bichon Frise trocou então a vida deouro dos palácios e castelos pelo brilho das lantejoulas do mundo circense, e , assim como o Poodle ele foi facilmente treinado e empregado apenas como mais um cão de circo.
Possui a cabeça em harmonia com o corpo, o crânio um tanto chato mais longo que o focinho, bochechas chatas e lábios finos. Os olhos relativamente grandes e arredondados, de cor escura, o branco do olho não deve ser visível quando o cão olhar pra frente. Orelhas delicadas, estreitas, pendentes, farta em pelos finamente crespos e longos.
Seu corpo é ligeiramente alongado, pescoço bastante longo mantido alto e orgulhosamente, peito profundo e bem desenvolvido, lombo largo, musculoso e levemente arqueado, garupa ligeiramente arredondada. Os membros são musculosos com coxas largas e bem arredondadas ossatura forte e as unhas de preferência preta. A cauda tem inserção baixa geralmente portada de maneira graciosamente recurvada sem se apresentar enrolada no dorso.
Pelos de 7 a 10 cm de comprimento, fino, sedoso, em forma de saca-rolhas. Muito solto, assemelhando-se à pelugem de cabra da Mongólia, nem chata nem em forma de cordão, é branca pura, mas pode haver um pigmento escuro por baixo da pelagem.
Robusto, vivo e exuberante, muito alegre, este cão é dotado de um forte temperamento. Dotado de uma grande faculdade de adaptação, sensível e meigo é um grande companheiro, deverá ser educado com firmeza.
Vive bem em apartamentos, mas não suporta a solidão e ele precisa de longos passeios diários, deve ser escovado diariamente, necessita de banho mensal e toalete a cada 3 meses, praticamente não perde pelos, é muito limpo, mas necessita de vigia nos olhos e orelhas.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
FILHOTES DE CHOW CHOW
Se você está procurando por filhotes de chow chow, o meu amigo Walmar, aquele da du-lar, está com filhotes a venda, basta procurá-lo na loja.
Cocker Spaniel Inglês

Ele provém do Spaniel da idade média na Grã-Bretanha desde o século XIV, em meados de 1600, muitos tipos de spainels eram utilizados como cães de aponte na Europa ocidental. Por volta do século XVIII, ele esta especializado para a caça à galinhola, raça muito popular (a mais difundida dos spainels), é considerada hoje um modelo de cão de companhia.
Cão muito ativo, brincalhão, inteligente, vivo, considerado grande caçador de caça de pelos e penas em terrenos difíceis, pode ser bastante voluntarioso. Dotado de grande faro, sua busca é agitada e após apontar a caça a perseguia.
Sua cabeça e seu focinho têm o mesmo tamanho com um stop definido entre eles, ossos malares pouco proeminentes e narinas bem desenvolvidas, possui olhos grandes, marrom-escuro ou avelã em harmonia com a pelagem, orelhas longas, de inserção baixa niveladas na altura dos olhos e coberta por pelos lisos e sedosos.
Corpo cheio, inscrito em um quadrado. Pescoço de comprimento moderado, musculoso sem papada, o peito é bem desenvolvido, costelas bem arqueadas, lombo curto e largo. Possui membros curtos, de boa ossatura, patas redondas e firmes ( patas de gato) almofadas plantares espessas, as unhas geralmente combinam com a pelagem. A causa é fixada baixa, mantida horizontalmente e nunca levantada, amputada, o remexer contínuo da extremidade da cauda é uma das características do cão em ação.
De pelo chato e sedoso, nunca do tipo arame nem ondulado, franjas nos membros e sobre o corpo, possui cores variadas, mas nos unicolores o branco só é admitido no peito. Uma escovação regular se faz necessária, assim como a tosa higiênica entre os dedos e nas orelhas. É recomendável que se faça a tosa duas a três vezes ao ano.
Os machos medem entre 39 e 41cm e as fêmeas entre 38 e 39cm, ambos têm peso entre 12 e 14,5kg.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Rottweiler

Existe uma divisão sobre a descendência deste típico alemão: do boieiro Bávaro ou dos Molossos introduzidos na Alemanha por ocasião das invasões romanas, o certo é que, já na Idade Média, na cidade de Rottweil, em Würtemberg este cão poderoso e corajoso guardava os rebanhos e defendia os vendedores de gados contra bandidos sendo assim chamado de boiadeiro alemão;a grande corporação dos açougueiros o adotou, fazendo então surgir a alcunha de “cão de açougueiro de Rottweil”.O primeiro clube da raça surgiu em 1907 e em 1910 foi inserido oficialmente na força policial alemã. Durante a primeira guerra mundial, foi amplamente utilizado pelo exercito alemão, mas só foi reconhecido definitivamente em 1966, tendo reputação mundial alcançada a partir de 1970.
Possui cabeça forte, maxilares poderosos, lábios pretos e ajustados; seus olhos são amendoados e de uma cor marrom escura; orelhas inseridas no alto da cabeça, afastadas, pendulares e voltadas para frente; seu corpo atarracado possui um pesco-ço poderoso, peito espaçoso, costelas arqueadas, garupa larga e ligeiramente arre-dondada; suas patas são redondas, com dígitos bem fechados e arqueados, finali-zando membros fortes e musculosos; sua cauda é amputada, com no máximo duas vértebras; pelo médio, áspero ao tato liso e cerrado, de uma tonalidade preta com marcas fogo bem delimitadas nas bochechas, focinho, acima dos olhos, face interna do pescoço, antepeito, membros e na base da cauda.
Robusto, resistente, equilibrado, tranqüilo, mas com um temperamento forte e um espírito dominador (especialmente os machos). Nunca late inutilmente, dedicado e muito afeiçoado ao seu dono, é muito paciente com as crianças. Guardião eficiente é capaz de ser agressivo com estranhos. Requer uma educação precoce e muito firme, mas sem brutalidade de modo a obter uma obediência impecável. Com um adestramento cruel e descontrolado, tornar-se-á uma arma temível.
Machos alcançam altura de 61 a 68 cm, pesando aproximadamente 50 kg, e fê-meas alcançam de 56 a 63 cm de altura pesando aproximadamente 42 kg.
Precisa de muito espaço e exercício, não suporta ficar fechado nem preso. Teme muito o calor. Muito utilizado para guarda, companhia, cão policial e do exército.
EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO
Gostaria de tocar em um assunto delicado e que vem causando indignação aos profissionais médicos veterinários de Santos Dumont: O EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO!
Existe na cidade uma pessoa, que se diz treinado por um(a) Médico(a) veteriná-rio(a) da cidade, que realiza cirurgias de Conchectomia: o corte das orelhas de cães da raça pitbull.
Em uma conversa recente com os veterinários que atuam no município, ficou claro que nenhum deles orientou, treinou ou capacitou NINGUÉM para tal atividade, mesmo porque, não haveria motivos para que esse treinamento existisse sendo que os profissionais da área realizam o procedimento com toda a segurança necessária.
Por que motivo deixar uma pessoa, que não passou no vestibular e nem estudou o tempo necessário, realizar um procedimento cirúrgico?
Fui informado por uma pessoa que assistiu ao procedimento do seu animal, que esta pessoa não usa de medicamentos, e quando cito medicamentos, incluo sedativos e anestesias para dar início ao procedimento, o que com certeza causa muita dor e sofri-mento aos animais.
A lei Nº5517 de 23 de outubro de 1968 diz:
Art. 2º Só é permitido o exercício da profissão de médico-veterinário:
a) aos portadores de diplomas expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas e registradas na Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultu-ra;
b) aos profissionais diplomados no estrangeiro que tenham revalidado e registrado seu diploma no Brasil, na forma da legislação em vigor.
Art. 3º O exercício das atividades profissionais só será permitido aos portadores de car-teira profissional expedida pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária ou pelos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária criados na presente lei.
É importante ressaltar, que nem mesmo os acadêmicos que se encontram em perí-odos finais do curso de Medicina Veterinária, podem realizar qualquer procedimento sem a presença de um professor ou orientador de estágio, se esta pessoa não se enquadra dentro dos artigos da lei e, nem mesmo é estudante acompanhado por um profissional capacitado e regulamentado por lei, ele exerce a profissão ilegalmente e é considerado charlatão.
Existe na cidade uma pessoa, que se diz treinado por um(a) Médico(a) veteriná-rio(a) da cidade, que realiza cirurgias de Conchectomia: o corte das orelhas de cães da raça pitbull.
Em uma conversa recente com os veterinários que atuam no município, ficou claro que nenhum deles orientou, treinou ou capacitou NINGUÉM para tal atividade, mesmo porque, não haveria motivos para que esse treinamento existisse sendo que os profissionais da área realizam o procedimento com toda a segurança necessária.
Por que motivo deixar uma pessoa, que não passou no vestibular e nem estudou o tempo necessário, realizar um procedimento cirúrgico?
Fui informado por uma pessoa que assistiu ao procedimento do seu animal, que esta pessoa não usa de medicamentos, e quando cito medicamentos, incluo sedativos e anestesias para dar início ao procedimento, o que com certeza causa muita dor e sofri-mento aos animais.
A lei Nº5517 de 23 de outubro de 1968 diz:
Art. 2º Só é permitido o exercício da profissão de médico-veterinário:
a) aos portadores de diplomas expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas e registradas na Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultu-ra;
b) aos profissionais diplomados no estrangeiro que tenham revalidado e registrado seu diploma no Brasil, na forma da legislação em vigor.
Art. 3º O exercício das atividades profissionais só será permitido aos portadores de car-teira profissional expedida pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária ou pelos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária criados na presente lei.
É importante ressaltar, que nem mesmo os acadêmicos que se encontram em perí-odos finais do curso de Medicina Veterinária, podem realizar qualquer procedimento sem a presença de um professor ou orientador de estágio, se esta pessoa não se enquadra dentro dos artigos da lei e, nem mesmo é estudante acompanhado por um profissional capacitado e regulamentado por lei, ele exerce a profissão ilegalmente e é considerado charlatão.
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